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terça-feira, 24 de maio de 2011

HP TouchSmart 610, com processadores Sandy Bridge, já está disponível para vendas

Para você que gosta de computadores All-in-One com tecnologia touchscreen, a HP tem um novidade bem bacana para você. O HP TouchSmart 610 já está disponível para vendas no mercado internacional e conta com a tecnologia de processadores Intel Sandy Bridge!

All-in-one da HP (Foto: Divulgação)

As especificações da nova máquina da Hewlett Package? Memória RAM de 16 Gb, 2 Tera de armazenamento interno, monitor touchscreen de 23 polegadas Full HD (1080p) e muitas outras peças que tornam o TouchSmart 610 uma das melhores opções All-in-One do mercado. Os processadores, claro, são os SandyBridge Intel Core i3, i5 ou i7. Se quiser, o cliente também pode optar pelo AMD Anthlon.

Nos Estados Unidos o computador está sendo vendido por apenas US$ 899,99 e pode aumentar apenas se o usuário optar por componentes ainda mais potentes para odesktop. Ou seja, muita potência e preço bastante competitivo. Lá fora. Aqui no Brasil, o gadget custaria algo em torno de R$ 4 mil e R$ 6 mil, mantendo a mesma linha de preços que a HP disponibiliza os seus All-in-One em nosso mercado. É, nem tudo são rosas para os usuários brasileiros.

Para conhecer um pouco mais o lançamento da HP, assista ao vídeo de divulgação que foi criado pela empresa:

Como o preço ainda é especulação, o jeito é esperar o TouchSmart 610 pousar em terras nacionais e ver qual é a verdadeira magia desse All-in-One.

Via: UberGizmo

TV 3D de 52 polegadas dispensa o uso de óculos especiais

Algumas pessoas dizem que se você quer aproveitar com plenitude os benefícios das imagens em 3D, faça isso em uma tela de grandes dimensões. Talvez seja por isso que o 3D obteve êxito nos cinemas, mais do que em ambientes domésticos. Mas a barreira de ter que usar um óculos para visualizar os resultados tridimensionais é um problema que os fabricantes trabalham incessantemente para resolver. Pois bem, a Nissho Electronics combina o melhor de dois mundos: lançou uma TV 3D de grandes dimensões, mas que dispensa o uso de óculos especiais.

TV de 52 polegadas que dispensa óculos 3D (Foto: Divulgação)

A Nissho não é uma fabricante muito conhecida no mercado de eletrônicos, mas os holofotes se voltam para ela, com o lançamento da TV 3D com nada menos que 52 polegadas, Full HD, e contando com a tela Dimenco, que dispensa o uso dos óculos.

O modelo BDL5231-3D2R é anunciada como uma opção que promete solucionar o problema de usuários que não querem ver seus conteúdos tridimensionais em uma tela pequena, ou daqueles que possuem alguma limitação que impede o uso dos óculos especiais.
A tela LCD da TV possui um rating de contraste de 2.000:1 e 700 cd/m2 de brilho. Como você já pode imaginar, o preço da TV 3D BDL5231-3D2R da Nissho não é um produto barato, nem para os japoneses. O seu preço em terras nipônicas é de 1,7 milhão de ienes, ou aproximadamente US$ 21 mil.

domingo, 22 de maio de 2011

Saiba como funciona a tecnologia 3D dos cinemas

Há alguns anos, o que era tido como brega e desnecessário voltou ao centro das atenções, rendendo bilhões de dólares em arrecadação nas salas de cinema. Estamos falando datecnologia 3D, recurso presente em literalmente nove dos dez filmes mais vistos nos Estados Unidos (e provavelmente no mundo) neste ano. Mas além da necessidade de colocar aqueles óculos grandes e, algumas vezes, pouco confortáveis, você sabe como isso funciona?

Óculos 3D da Sony (Foto: Divulgação)


Antes, é preciso entender o que é exatamente o 3D. O nome corresponde à sensação de profundidade, somada à altura e largura – cada uma delas é uma dimensão. É por isso que temos a impressão de que o objeto ou personagem na tela está mais próximo do que todo o resto da ação.
Isso só ocorre porque a visão do ser humano é binocular, com um espaço de aproximadamente 5 cm entre os olhos. Com isso, cada um registra uma imagem de um ângulo ligeiramente diferente. O cérebro humano simplesmente junta as duas perspectivas e cria uma única visão, conseguindo calcular por estimativa a distância dos objetos.
Ou seja: já vemos o mundo em 3D naturalmente, sem a necessidade de acessórios. Mas eles existem e, na maioria dos casos, são necessários.
Óculos
Quem viveu o primeiro auge na década de 50, com os filmes em 3D das matinês, vai se lembrar do par de óculos de celofane em vermelho e azul. Essa técnica foi utilizada até recentemente, com o Nintendo 8 bits na década de 80, pois é até hoje a mais barata. O truque é que a imagem exibida está com essas duas cores sobrepostas, então cada “lente” consegue filtrar uma delas, diferenciando as perspectivas para cada olho.
O problema disso é a impossibilidade de se trabalhar com cores reais e um extremo cansaço na vista após longos períodos de exposição. Hoje, a técnica mais utilizada nos cinemas é a da alternância de imagens com óculos de cristal líquido (LCD) por fechamento de lentes. O equipamento possui sincronia fina com a projeção (ou a tela de uma TV equipada com o recurso), proporcionando o desligamento de uma dos lados rapidamente enquanto deixa o outro aberto.
oculos 3d (Foto: Divulgação)
Claro, isso ocorre de maneira muito rápida. O intuito é enganar o cérebro, proporcionando um ângulo de imagem diferente para cada olho e, assim, dar a sensação de profundidade. Considerada como a mais eficaz, ela já é utilizada há algum tempo – quem tinha o Master System, videogame de 8 bits da Sega na década de 80, lembra-se do SegaScope 3-D, o óculos LCD da empresa para o console. Mas na época era ainda uma tecnologia rudimentar e causava náuseas e dores de cabeça após uso prolongado.
Há ainda o sistema chamado autoestereoscópico, como utilizado pelo Nintendo 3DS e algumas TVs mais recentes, que dispensam a utilização desses óculos especiais. Eles funcionam com leves deformações nas telas, proporcionando imagens diferentes em cada barra paralela. Na prática, podem também causar certo incômodo e necessitam de ângulos de visualização bem restritos – mover um pouco a cabeça já significa a perda da sensação de profundidade.
Filmagem
Para termos toda a sensação de profundidade, é preciso que as cenas sejam necessariamente filmadas duplamente, com uma leve diferença de ângulo. Antigamente isso era conseguido ao se acoplar duas câmeras juntas, mas era um óbvio esforço homérico sincronizá-las para que cada uma pudesse ser exibida ao mesmo tempo na sala de cinema. Sem contar que era trabalhoso colocar as duas em ação no set de filmagem.
Hoje, equipamentos mais modernos são equipados com duas lentes e conseguem capturar as duas imagens simultaneamente sem problemas, como foi o caso do Avatar, de James Cameron. Mas essas câmeras profissionais ainda são muito caras, exigindo um investimento maior por parte dos estúdios.
Uma solução que muitas produtoras acharam foi o recurso de filmar com câmeras comuns e, depois, pelo computador, adicionar uma simulação de efeito 3D, como ocorreu com Jogos Mortais 3D e o remake de Fúria de Titãs, ambos de 2010.
Na verdade isso é uma enganação ao consumidor, pois não traz a sensação real de terceira dimensão, mas apenas uma espécie de camada (ou plano) achatada mais proeminente. Por isso que a impressão é de que se vê apenas um daqueles livros pop-up em movimento.
O mais fácil fica mesmo para as animações feitas em computação gráfica, como os filmes da Disney e Dreamworks, já que não passam por nenhum processo de filmagem – tudo é feito pela tela do computador. É pelo mesmo motivo em que há cada vez mais oferta de games em 3D.
Vai pegar?
Resta saber se o mercado está realmente disposto a abraçar a ideia da terceira dimensão na versão doméstica. Mesmo em cinemas, há entraves, como o desconforto para quem utiliza os óculos LCD por cima dos de grau, a perda de brilho nas cenas por conta das lentes, o preço mais elevado dos ingressos e os custos do projetor.
Mas o problema maior mesmo continua com o conteúdo. A maioria dos filmes em 3D continua utilizando a técnica como mera firula, sem adicionar muita coisa à experiência ou à história – ou pior ainda, quando não são filmados originalmente em três dimensões. A mesma coisa acontece com os games, ainda sem terem encontrado o ponto certo entre a mera demonstração do efeito e o que isso pode melhorar na jogabilidade.
Nos anos 50 a tecnologia era bem mais precária, mas não tão diferente assim. Ainda continua sendo um desconforto utilizar óculos ou forçar a visão no método autoestereoscópico. Somente quando solucionarem esses problemas é que o mercado enfim adotará o 3D como uma técnica corriqueira, que veio para ficar.

Tecnologia QDEF da Nanosys é demonstrada em um iPad na SID 2011

Durante o evento que aconteceu essa semana em Los Angeles, SID 2011, a empresa Nanosys apresentou uma nova tecnologia de display, a QDEF. A divulgação da Nanosys consistiu em mostrar ao público uma comparação entre um iPad com o  display e um sem. QDEF oferece uma alta gama de cor bem superior aos dos tablets e smartphones que estão no mercado atualmente. E o melhor de tudo sobre a tecnologia QDEF é que o consumo da bateria é o mesmo de outras tecnologias e ainda é mais barata que qualquer outra.
iPad com tecnologia QDEF. (Foto: Divulgação)
Displays com QDEF devem começar a ficar disponíveis no mercado de tablets que rodam Android no 4º trimestre deste ano. A Nanosys informou que uma empresa coreana vai ser a primeira a usar a tecnologia QDEF, isso significa que ou a Samsung ou a LG lançarão tablets com essa tecnologia ainda este ano.
Insatisfação da indústria de tablets e smartphones
Integrar o QDEF a vários dispositivos pode ser um trabalho muito difícil, pois, segundo um representante da Nanosys, um display com a tecnologia pode adicionar até 100 microns de espessura em uma tela. E poucos fabricantes de smartphones ficaram satisfeito com isso. Afinal, as empresas querem produzir smartphones cada vez mais compactos.
No entanto, a Nanosys pode ser capaz de reduzir essa espessura no decorrer dos anos, tornando-a mais viável. Além disso, a empresa tem grandes expectativas quanto à nova tecnologia, eles acreditam que no futuro ela pode tomar um lugar na indústria da mesma maneira que a tecnologia HDTV tomou.

Via: Engadget

Transforme o seu iPod touch em um leitor biométrico

Usar gadgets que fazem seu aparelho funcionar de maneira diferente não é novidade para oiPod touch da Apple. No entanto, transformá-lo em um leitor de impressões digitais, biométrico, parece coisa de filme de ficção científica. Ou de fiscalização do governo.
FbF MobileOne para ler digitais no iPod touch. (Foto: Divulgação)
Com o FbF MobileOne, da Fulcrum Biometrics, você encaixa o dedo e exibe as digitais no iPod touch. Se você quiser dar uma de Sherlock Holmes, pode recolher digitais de seu amigo e brincar de detetive. Aparentemente, o gadget alonga o aparelho, com um leitor biométrico na parte de baixo, dourado, encaixado.
Ultilidades
Você consegue pensar em maneiras criativas para utilizar esse acessório? Policiais poderiam usar para registrar digitais de suspeitos, um banco de dados poderia fazer uma identificação padronizada com as digitais de funcionários de uma empresa ou ele poderia ser encaixado em uma catraca e removido para contabilizar quantas pessoas passaram por ali.
Para registro de identidade, como um novo tipo de RG, esse aparelhinho poderia ser usado em cartórios, deixando o processo muito mais rápido, em vez do uso de produtos químicos nos dedos.
Para um estudo científico sobre as diferenças entre as digitais das pessoas, o gadgettambém se prova útil. Para quem quer bancar o CSI em uma cena de um crime, é possível comparar as digitais recolhidas em um local com documentos oficiais.